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O motivo do trabalho do artista Marco Mendes é a suposição da idéia vista na obra terminada. As características encontradas na formação de seu trabalho estão na busca da constituição da figura e na composição de sua obra. Esses trabalhos contemporâneos são orientados por uma pesquisa de formas relacionadas ao que os olhos vêem, sem nenhuma proteção ou influência social de mercado, palpando com substância seu destino. (do coletivo NaveArte, setembro de 2001)
The reason of the work of the artist Marco Mendes is the assumption of the idea seen in the finished workmanship. The characteristics found in the formation of its work are in the research of the
constitution of the figure and in the composition of its workmanship. These works contemporaries are guided by a research of forms related to that the eyes see, without no protection or social influence of
market, palpando with substance its destination.
(of collective the friends NaveArte, September 2001)
More information for the email:navearte@navearte.com.br
PARA CONTAR A HISTÓRIA
As primícias dos trabalhos de Marco Mendes, antecipadamente as atribuições de um proficiente, é o árduo caminho, do qual aquele menino de grupo escolar cria. Cria nas primeiras letras um pequeno verso, no qual da forma na cartolina. Enfim, a primeira poesia e o primeiro desenho. A conseqüência natural da procura faz as mãos perceberem o barro, a pedra, o metal, a madeira e o colorido dos pigmentos. Na essência do aprendizado, Marco avista a ribalta. Não foi um namoro, foi um orgasmo mental. A dramaturgia é então respirada e deflagrada. É constituída a defloração das barreiras da criança que ainda brincava de carrinho, com o adulto no porto de uma máquina de escrever. O primeiro texto é carregado de um lado para outro, lido e relido, era a primeira peça teatral. No quarto de dormir algum tempo depois é esbugalhada a primeira tela em uma das paredes. Marco faz da parede um grande mural, coisa de louco.
Fez seu estudo primário no Grupo Escolar Álvaro Botelho, colegial no Colégio Nossa Senhora de Lourdes e científico no Instituto Gammon. O universitário Marco Mendes, é da mesma forma marcado pela polêmica. Ingressa na Universidade Católica de Minas Gerais, curso de Engenharia Elétrica; Instituto Cultural Newton Paiva, curso de Ciências Econômicas. No decorrer do tempo despendido nos dois cursos, Marco bem como havia feito antes (na escola secundária), não interrompe as atividades artísticas. Nesses trâmites da ideologia, do amor a arte e do projeto real do ser humano; abandona as faculdades por motivos impares ao seu desígnio de origem e causa de vida. Vira ao grosso modo da situação, um pequeno empresário, da área de eletromecânica e por mais de quinze anos labuta na área. Durante todos esses anos de eletricidade e graxa; a chama lá estava, um pequeno trabalho, uma pesquisa, muitas visitas nas galerias, museus e teatros do caminho. Enfim agora, em nova hora, Marco Mendes definitivamente em sua lida.
Sobre este SITE Genitor
Da impregnação da vontade do empreendimento, ao fato constitutivo dessa galeria permanente, batizada de " Figuras e Grafias - Terras do Marco ", foi o nosso prático gesto de uso de uma folha de papel e um lápis. Bem como ao concebimento de uma equipe de trabalho e evidentemente a interferência de profissionais da área em questão. Assim nasceu em 2001 este que é o momento de início da realização de um " sonho ", e inaugurado precisamente às 12:00 horas do dia 15 de fevereiro de 2001. Criando condições estáveis para relacionamento e desenvolvimento técnico e artístico dessa atividade cultural. Mantendo e tendo uma forma de comunicação e trabalho cooperativo, disciplinado e continuado de respeito ao nosso público.
A respeito do Banana Cultural
Ato de princípio dessa propriedade cultural; que de muito nos honra, ao que também distribuímos a todos quantos dessa fonte se fartem, e dêem graças aos deuses, bem como ao Astronauta, pela concepção da liberdade de expressão, pela busca incessante do conhecimento e da dádiva do talento. Portanto, nesse momento, nesse dia 15 de fevereiro de 2002: Toda a nossa equipe caseira, como toda a de suporte, engajadas nesse processo de trabalho delineado na satisfação da consolidação da consciência cultural, edificando o Banana Cultural. Para mim, é quase um desafio individual ou coletivo, sei lá, não se deixar envolver pela mínima situação de atividade cultural. E naturalmente o fascínio vai crescendo, tal como ele é, nu; em ordem geométrica das informações recebidas. Prevalecendo uma organização sociocultural que possa impressionar quem quer que seja. Não há como negar que um modelo de socialização digno de um povo tão rico em saber, tão rico em história, não possa ser praticado. Onde cada qual possui uma função determinada ou não, mas sempre trabalhada em benefício de toda a comunidade. A prioridade desse trabalho é a de abrir portas, transmitir e praticar o bem, para despertar a consciência da literatura, da arte visual, das artes cênicas, como de todo o circo cultural. Doravante estaremos juntos nessa empreitada, da qual configuraremos as experiências, tanto individuais como coletivas.
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